Advogado bomba nas redes como o terror do pai que não paga pensão

Especialista em Direito de Família transforma experiências da profissão em conteúdo que provoca reflexão

Advogado bomba nas redes como o terror do pai que não paga pensão
Pedro é advogado e especialista em Direito de Família. (Foto: Arquivo Pessoal

Nas últimas semanas, muita gente já deve ter visto, se indignado e até compartilhado algum vídeo do advogado que virou o “terror do pai que não paga pensão”. O que nem todo mundo sabe é que o defensor que aparece nas imagens que viralizaram nas redes sociais é de Campo Grande.

Com mais de 110 mil seguidores no Instagram, Pedro Gueiros ‘bombou’ nas redes ao publicar reproduções dramatizadas de audiências inspiradas em casos reais vividos na área do Direito de Família. Em um dos vídeos, a história já se aproxima de 2 milhões de visualizações.

Apesar do formato parecer uma audiência de verdade, as cenas são encenações do que realmente acontece no dia a dia de trabalho. Os vídeos recriam situações que chegaram ao escritório do advogado, mas os nomes, personagens e informações são alterados para preservar a identidade das pessoas envolvidas, já que os processos tramitam sob segredo de Justiça.

Nas últimas semanas, muita gente já deve ter visto, se indignado e até compartilhado algum vídeo do advogado que virou o “terror do pai que não paga pensão”. O que nem todo mundo sabe é que o defensor que aparece nas imagens que viralizaram nas redes sociais é de Campo Grande.

Com mais de 110 mil seguidores no Instagram, Pedro Gueiros ‘bombou’ nas redes ao publicar reproduções dramatizadas de audiências inspiradas em casos reais vividos na área do Direito de Família. Em um dos vídeos, a história já se aproxima de 2 milhões de visualizações.

Apesar do formato parecer uma audiência de verdade, as cenas são encenações do que realmente acontece no dia a dia de trabalho. Os vídeos recriam situações que chegaram ao escritório do advogado, mas os nomes, personagens e informações são alterados para preservar a identidade das pessoas envolvidas, já que os processos tramitam sob segredo de Justiça.

cgnews